Ano: 2007
País: USA
Realizador: Michael Moore
Interpretes: Michael Moore, John Graham, Reggie Cervantes, William Maher,...
Este mundo está a ficar “doente”, mais concretamente os EUA. Quando Michael Moore, famoso pelas suas controvérsias e algumas posições um pouco “extremistas” e “socialistas” resolveu pegar neste trabalho com décadas, nunca imaginou que tal tinha chegado a este ponto: mais de 50 milhões de Americanos não tem Assistência Médica e somente um quarto dos Americanos podem pagar Seguros de Saúde.
Tudo começou em 1971, quando Nixon, pressionado pelas grandes companhias de Seguros, resolveu ir em frente no plano de modernizar o sistema de saúde americano, usando um pouco uma cortina de fumo para esconder as verdadeiras intenções, mas tal cortina acabou por desaparecer pouco tempo depois quando se começaram a verificar uma precariedade de tratamentos aos mais necessitados, recusas de tratamento a quem tinha seguros e um aumento brutal nos lucros das empresas de farmacêutica e seguros privadas.
Desde então somente durante o governo de Clinton, é que se viu alguma dessa “justiça social” renascer quando Hillary Clinton resolveu promover uma mudança radical nos cuidados de saúde; mas era demasiado bom para ser verdade, passados alguns anos tudo ficou pelas boas intenções, e com o regresso dos Republicano ao poder, acabou mesmo por ser erradicada promovendo ainda mais os lucros dos grandes interesses na saúde.
Pois é, por vezes a verdade ainda é mais cruel que imaginamos, eu sabia que as coisas estavam mal…. Mas não assim tão mal…
…e lá foi o Michael ver o que se passava, viajou pelo Canadá onde americanos tentavam obter assistência gratuita, foi À França onde americanos que lá trabalhavam diziam mundos e fundos do sistema Francês, que apesar da sua arrogância, possuem o melhor sistema de saúde do mundo, Foi a Inglaterra verificar que ninguém pagava por tratamento algum e, inclusive, recebiam algum caso precisassem de usar transportes públicos ou um táxi… de tanta incredulidade Michael tentou encontrar por todos os meios possíveis um sitio na América onde pudesse levar as pessoas com quem se cruzou e precisavam urgentemente de assistência médica, a qual era demasiado cara nos EUA, e encontrou esse sítio onde menos esperava: na prisão de Guantanamo em Cuba…
…pode-se dizer que mesmo lá se recusaram dar assistência apesar de tratarem os presumíveis terroristas com melhores condições que a maioria dos americanos…mas encontraram a mesma ajuda entre aqueles que o Governo Americano acusa também de terroristas: entre os Cubanos.
Um filme tocante e que nos alerta para um possível futuro entre o nosso próprio sistema de saúde que se encontra numa eminente entrega ao um sector cujo único propósito, como a velha máxima entre as “Empresas”, é promover o lucro, mesmo que isso custe as nossas vidas.
Tudo começou em 1971, quando Nixon, pressionado pelas grandes companhias de Seguros, resolveu ir em frente no plano de modernizar o sistema de saúde americano, usando um pouco uma cortina de fumo para esconder as verdadeiras intenções, mas tal cortina acabou por desaparecer pouco tempo depois quando se começaram a verificar uma precariedade de tratamentos aos mais necessitados, recusas de tratamento a quem tinha seguros e um aumento brutal nos lucros das empresas de farmacêutica e seguros privadas.
Desde então somente durante o governo de Clinton, é que se viu alguma dessa “justiça social” renascer quando Hillary Clinton resolveu promover uma mudança radical nos cuidados de saúde; mas era demasiado bom para ser verdade, passados alguns anos tudo ficou pelas boas intenções, e com o regresso dos Republicano ao poder, acabou mesmo por ser erradicada promovendo ainda mais os lucros dos grandes interesses na saúde.
Pois é, por vezes a verdade ainda é mais cruel que imaginamos, eu sabia que as coisas estavam mal…. Mas não assim tão mal…
…e lá foi o Michael ver o que se passava, viajou pelo Canadá onde americanos tentavam obter assistência gratuita, foi À França onde americanos que lá trabalhavam diziam mundos e fundos do sistema Francês, que apesar da sua arrogância, possuem o melhor sistema de saúde do mundo, Foi a Inglaterra verificar que ninguém pagava por tratamento algum e, inclusive, recebiam algum caso precisassem de usar transportes públicos ou um táxi… de tanta incredulidade Michael tentou encontrar por todos os meios possíveis um sitio na América onde pudesse levar as pessoas com quem se cruzou e precisavam urgentemente de assistência médica, a qual era demasiado cara nos EUA, e encontrou esse sítio onde menos esperava: na prisão de Guantanamo em Cuba…
…pode-se dizer que mesmo lá se recusaram dar assistência apesar de tratarem os presumíveis terroristas com melhores condições que a maioria dos americanos…mas encontraram a mesma ajuda entre aqueles que o Governo Americano acusa também de terroristas: entre os Cubanos.
Um filme tocante e que nos alerta para um possível futuro entre o nosso próprio sistema de saúde que se encontra numa eminente entrega ao um sector cujo único propósito, como a velha máxima entre as “Empresas”, é promover o lucro, mesmo que isso custe as nossas vidas.
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